26 de outubro de 2011
15 de outubro de 2011
Como arquiteto vejo, como Humano vejo;
Seguram a terra e suportam histórias.
Cada Eternit e cada Madeirite, que as compõe, têm sua origem selvagem pra nos contar.
Em fileiras todas Juntas, num grito, urram, sem parar.
" Não somos animais,
Somos Gente
Queremo Vida,
Queremo Pão,
Queremo Justiça. "
imagem retirada de Fabricidades
28 de agosto de 2011
Spatio Habitare - Nosso capitólio
As construções implicam na nossa vida positivamente e o oposto. É nela que encontramos o aconchego do lar ou o prazer de um barzinho de esquina. Na edificação são feitos os laços de famílias e os rasgos. Um simbolo de uma raça, que se estendeu desde a não-história, contada em cavernas, até o amanhã. Tudo é um único ícone. Homem – Spatio Habitare.
Daí vem a beleza da Arquitetura, arte humana decisiva na construção das sociedades, das vidas, do ser.
14 de agosto de 2011
Linha
, Abre, Fecha
Sem Parar
Ouço a vida lenta trepidar;
Morro nos dias de Ir -e ]
[ - vir
Ouço o som, sem som; Partir
Sento e espero ou
Em pé paro;
Reparo em vidas, ruídas, perdidas; Calado
SINAL
Abre, Fecha
, Abre, Fecha
Sem Acabar
Inicia a ida do Dia-a-Dia,
No ir e vir de partidas,
No trilho metido a amigo; amar.
Guiando os cães às celas,
Enclausurando-os do mundo;
!LANIS
Estação terminal, desçam todos do trem!
27 de julho de 2011
Eu morreria pelo amor
Você me ama?
Sim, eu te amo.
O que agente faz agora?
Agente espera.
Espera o quê?
Só espera.
O mundo nasceu para mim no dia em que soube que na espera, encontramos o sentido, encontramos a fagulha da dignidade, última esperança de um ateu. O amor.
Bate coração, bate em meu peito. Desce até o estômago e fere do seu jeito. Entra na minha vida e pinta de esperança. Mata-me de angústia, de ternura, de acalento.
PS: A arte está no movimento, na obra em processo, está em nossa eterna espera de amar
PPS: C’est brotou depois de uma discussão plus um filme, o nome desse filme é Incuráveis. Não levou boas críticas, mas me instigou de uma maneira única, recomendo.
26 de julho de 2011
The pain
You can fight against it but it never will let you alone.
Just accept it like you accept your life, because even you don’t see the light in the end of tunnel, have sure; you’ll find something on the way.
14 de julho de 2011
Sinceramente
Sinceramente não sei mais o que escrever, já me esvaindo do resto de sopro que há em mim. Ainda não sei qual é o poder completo, grotesco, do tédio, mas sei que ele nos deixa em um vazio muito profundo e sem luz.
Seria fácil eu dizer que estou feliz, mas é mais difícil aceitar minhas neuroses e tentar tratá-las. Acho que é a cura dos males que nos faz continuar na jornada sem sentido, sem motivos.
Achava sempre que pensar no todo me traria a felicidade, admito fui ingênuo e acabei embebedando-me em minha soberba. Na realidade se você pensar de mais num todo, você apenas vai acabar percebendo que o todo não é nada. O significado está errado, o todo deveria designar nada e o nada o todo.
É ver e crer, não saber de nada te faz um sortudo, e extremamente felicitado. Tudo o que você sabe é o nada e nele cabe tudo.
Sinceramente não sei onde se encaixa os manifestos populacionais, não sei onde se encaixa os manifestos pessoais, podem ser escritos e lidos, porém são apenas completos de tudo.
8 de julho de 2011
Mínguo
O Mundo tem que estar vivo em você.
Pois se viver não é conveniente,
deixe que o vivam em você.
Somente, então, Somente
Você encontrará a razão interna; que é a vida.
PS: Vejo no horizonte a luz novamente. {Passam-se os momentos de resquiticos de depressão}
30 de junho de 2011
Urbs
Ela é linda
tem carros, ônibus, trens, edificações, praças, lojas e pessoas; é particularmente um dos lugares mais bonitos que eu já estive. Pessoas apressadas tomam o seu rumo, às vezes, muito antes do sol nascer, em destino ao seus trabalhos.
Os ônibus merecem ser lembrados; cabem apenas 49 pessoas em um, mas vão 100, isso é normal quando uma cidade está intrinsecada à outra. O transporte veloz, que seria o trem, já deveria ser trocado, e quem nunca ficou preso no trânsito? Sequer cinco minutos, isso acontece diariamente as seis da tarde quando os operários voltam às suas casas. Mas essas coisas não apagam seu brilho que se estende aos seus prédios.
Esses já fazem parte de sua geografia atual, sem eles a cidade com certeza não seria ela, marcos únicos que tendem a se multiplicar.
Sim há moradores de rua, ora mas que cidade não tem. Eles já se transformaram em árvores, postes, construções de pedra e parte das deslumbrantes praças da cidade; só são notados quando atrapalham a passagem. Devíamos dar mais atenção a isso.
Ó, aquelas praças... reúnem dezenas de pessoas, todas sempre caminhando ou contemplando algum evento. Belíssimas.
De que cidade eu tanto falo afinal... da minha, única e eterna Campo Limpo Paulista.
Imagem Retirada de Somosandando blog
PS: Brincadeiras a parte. Eu realmente acho Campo Limpo Pta. uma cidade única e vida, ela cresce e não perde seu jeito de interior, ela faz parte da minha história, e sem contar que ela é Muito mais cheirosa que São Paulo.
15 de junho de 2011
Queima São João!
Moro, morinho, morão. Casão, casinha, porão
Menino, Menina no Chão
Sem teto no frio, sem lampião;
Crescilda tira a muda e dá à criança;
Esperança.
Planta o ferro do futuro;
Investe no concreto do amanhã.
Casinha de palha, don't build,
essa porcalhada.
Fogueira..
Fogueira não lê nem contabiliza;
Fogueira esquenta, de lume;
São João.
..apenas investe, tá?.
29 de maio de 2011
.
O importante não é o que se faz nem como se faz, mas o que te causa!
Chorando,
Dói a cabeça.
É devido,
escrevo.
Não se deve esquecer do egoísmo, ele é o que é, e está tão em si que não é visível. Só pensar não adianta, é necessário vivê-lo, daí, pensá-lo. Encontrará a resposta óbvia; quem estava errado era você.
Invisível.
15 de maio de 2011
Depressão de MIM. {EU - PALAVRA CONSENSUAL CO|\/|PLEXA}
Se fiquei para trás não foi com interesse,
Não disse o que deveria ter dito, mas isso não é o meu conflito.
Sou tratado e tratante, marcado e errante,
Onde fica minha vida se não só aqui, a espera de algo virtuoso.
Não é disso que reclamo, reclamo clamando à vida, que ]
[ não me mostra as virtudes, mostra-me as penas, apenas, e amarguras.
Onde foi parar a convicção de ser. Onde estou eu.
Podia seguir e partir, partir e ir à frente.
Lá eu acharia, o inachável... {só correm as palavras, e eu escrevendo-as}.
Não vou, não darei o gosto a mim, não chamarei de meu loro a vida de escárnio.
Sou eu o escolhedor, sem rumo nem pudor.
Decido e na mesa ponho-me a mostra.
Futuro odiado e incerto, regedor de mim, mandante do pensamento.
Não, eu não vou levá-los às acharias, vou ser eu mesmo e não estou atrás.
Estou eu aqui no agora e só. Sim só.
28 de abril de 2011
E se...
Sempre quis ser mais alto, desde pequeno, na minha pequenez. O mais baixinho da turma, eu não gostava disso.
Pra compensar eu me achava esperto, superior. Sim, tentava compensar alguma coisa.
Aí fui crescendo, e crescendo mesmo, fiquei mais alto que meu pai. Cheguei em uma altura razoável.
Mas por mais que eu tenha crescido ainda não sou tão grande, não sou o sábio que eu dizia que era. Nem viajei, nem alcancei. Nem sei o que é alcançar, não escolhi o que alcançar.
Então estou aqui, escrevendo sobre coisas que se eu pudesse eu cataria com a minha manopla, mas coitado de mim, não posso saber e pegar o que ainda nem, acredito, sei o que é.
26 de abril de 2011
Na Escola
Escola. Mais um dia. Eu levantei e já sabia de como seria todo o meu dia. Matemática era o meu forte, mas isso não importava, porque meus cabelos e minhas roupas não agradavam.
"Professoras são quase Deus", dizia a minha avó, coitada não conhecia as minhas. Talvez ela tivesse razão, acho que sim. Talvez elas fossem algum tipo de deus pagão do candomblé, um daqueles que castigam por prazer.
Meus amigos, todos umas graças, sabiam de tudo. Eram realmente espertos e eu um burro.
Lindos, eu os adorava. Sabe, eu precisava, senão o que seria de mim?
Memória. A manhã que me marca é aquela meio clara. A menina mais bonita da sala veio falar comigo. Eu era realmente burro. Disse tantas coisas bonitas, que me amava, que eu era a sua vida e paixão. Não percebi. Disse-me antes de partir, "Me encontra no pátio, no intervalo". Eu fui.
Eu era gordo, não sei. Apanhei de não sei quantos meninos e meninas. Ela era realmente linda, sorria muito para mim.
Fui falar para a professora. Sua voz era angelical:
-- "Isso não é problema meu!".
11 de abril de 2011
Escrevido
Escrevido na tela do papel digital a emolduração do correto,
não sei se é correto corretar o errado, já que virá a ser um dia o contrário.
Escrivo e não escrevo, digito e não me meto nas questões línguô-protuguêsas.
Quero criar apenas por criar sem estética. Linguar erradamente a língua nossa, sempre certa, que não é a real.
10 de abril de 2011
Amor de Pais
A criança gritava e chorava, ela nasceu com saúde, amém. A mulher olhava para a mãe sem vida, se virou e sumiu no meio da multidão.
O dia claro em que Maria foi vista por Pedro na praça da cidade o fez desejar seu corpo de garota moça. Maria tinha seus 15 anos e nela nascia os primeiros ares de mulher, sua graça e simplicidade impediam-na de pensar em malícias. Ao contrário de Pedro.
“Dom Ruan” de classe média alta, gozava, apenas, das más oportunidades oferecidas, deixando de lado o que era ensinado por seus pais. Achava-se muito esperto, e até demais, pois o único atributo relevante que ele tinha era o dinheiro, mas não fora por isso que Maria se apaixonara por ele.
Como sempre imaginara no orfanato, Maria esperava um grande amor insistente, estes pensamentos foram criados a partir de histórias que ouvia das tias que cuidavam dela, ainda não lia. Não sabia direito aquilo o que um príncipe realmente quer, mas logo descobriria, Pedro a mostraria.
Ele aproveitava bem do dinheiro dos pais, que eram missionários e viajavam muito, e como de costume partiram para uma missão, foi nesse dia em que Pedro viu Maria na praça. Passaram-se algumas semanas e sempre com insistências de conquista contra a moça fizeram-na cair de amores por seu então príncipe.
Entregou a flor de sua mocidade. Bem, ela custou a entender o que aquilo significava, mas apreciou o prazer o qual, talvez por desgraça do destino, daria fruto.
Passara quase três mês, Maria tem a notícia em espanto. Não entende como ela podia ter um bebê em sua barriga, sabia que os bebês só vinham para moças casadas. Precisava falar com Pedro, mesmo que ele estivesse um tanto quanto distante.
Os pais de pedro como de costume estavam de viagem, só voltariam depois de alguns meses. Pedro abriu a porta, Maria entrou, sentou-se e disse. Pedro chorava e gritava com a pobre criança na sua frente, tais atitudes do Pai fizeram com que Maria enchesse seus olhos de lágrimas. Mandou-a ir embora e que ela não o procurasse mais. A menina agora estava em prantos, saiu e voltou para a praça.
Não posso ter uma criança, sou jovem, repetia para si, quando não chorava. Lembrou dos ensinamentos dos pais, lembrou do deus que aprendera quando criança, sentiu-se um monstro.
Os pais chegaram da viagem e não encontraram o filho, o procuraram não o acharam, perguntaram dele para a vizinha que apontou para a praça. Mãe e Pai estavam sentados um ao lado do outro acariciando a barriga já avantajada, assim foi que os pais de pedro descobriram quem era seu filho, o imaculado.
Voltou a discussão, Pai e pai brigavam. Porém quem era pai a mais tempo teve suas vantagens e expulsou o jovem para fora de casa. A mãe de pedro rezava.
Pegou apenas o carro, a Maria e a criança. Saíram da casa em direção aquela pequena praça, que dava acesso para fora da cidade, tentariam algum tipo de futuro em outro lugar, mas o menos esperado aconteceu. Chovia na cidade, a praça estava quase invisível. O carro perdeu o controle derrapou e rodou.
Pedro virou-se, Mãe e criança estavam na calçada, ela estava ensanguentada. Pedro desfaleceu.
Uma multidão já havia se formado, a mãe estava quase morta quando uma senhora a ajudou a pôr-se sentada. Chorando disse que o nome da criança seria Princesa, mas a mulher não deu muita atenção. Maria deitou-se e fechou seus olhos.
A Criança chorava e gritava, foi acudida pela senhora que logo a fez quieta. Cuidaria da criança, qual era o nome da menina mesmo, sumiu na multidão.
Imagem de venancionego.blogspot
30 de março de 2011
Pure Pleasure Apaixonado
Je ne savais pas ce a été agréable jusqu'à ce que trouverez toi
Je ne savais pas ce a étaite véritabe amour jusqu'à ce que je vous ai rencontré
Je t'aimerai jusqu'à la fin du monde
Inner magic, hot and absolute passion
Magic warm, passionate and open heart
I'll love you till the world ends
Ao descobrir-te amei-te, ó amor, que me leva ao além
Ao descobrir-te cai em ti, ó amor, que me faz viajar até o outrem
Vou te amar até o mundo acabar
--//--
Eu não sabia o que era o prazer até te conhecer
Eu não sabia o que é era o verdadeiro amor até te conhecer
Vou te amar até o mundo acabar
Magia intrínseca, quente e de paixão absoluta
Magia cálida, ardente e de coração aberto
Vou te amar até o mundo acabar
Ao descobrir-te amei-te, ó amor, que me leva ao além
Ao descobrir-te cai em ti, ó amor, que me faz viajar até o outrem
Vou te amar até o mundo acabar
PS: Tentei fazer aos moldes trovadorescos, ;D
20 de março de 2011
Mãe - Terra
19 de março de 2011
A Bomba de Fukushima
Esse país já sofreu duas explosões nucleares em centros importantes de seu território. Suportou a humilhação de desconstituição de um exército próprio, e agora sofre mais uma vez. Os terremotos já são costumeiros, os prédios já são preparados. A vida também, toda ela é construída em cima duma insegurança, que se tornou naturalmente comum.
Contudo, o povo japonês não pode ignorar o último tremor de terra que desencadeou uma tsunami e acabou colocando em risco de explosão e contaminação radioativa toda uma região do país.
Logo após o tremor um alerta de Tsunami foi disparado, as pessoas calmamente treinadas fugiram como foram instruídas, mas isso não fora o suficiente. O planeta tinha que redistribuir sua massa, e nós não podíamos fazer nada.
Lavou a alma de um povo e levou a alma de centenas de pessoas. A ajuda era necessária, mas no país onde a organização é um ponto forte a solidariedade é o ponto fraco.
Ainda que o povo achasse que tudo não podia piorar, as usinas se mostraram superaquecidas e despejaram todo o seu poder na atmosfera local, intoxicando plantas, animais e pessoas. Grandes heróis, não apenas nacionais, dispuseram-se a tentar resfriar as fervilhantes usinas química radioativas. A única esperança do povo do mundo.
Esse país, contudo, logo após isso lavará, ainda, anos para se reconstruir, mesmo sendo o mais organizado e educado da Ásia.
Amemos como eles não nos amariam. E torcemos para que o futuro Humano não seja o da mutação generalizada.
11 de março de 2011
Decepção Óbvia
Dias, fico eu confinado ao existir,
passivo e a espera dos acontecimentos alheios,
sempre no choro me vejo preso ao caminho trilhado e marcado, sempre e sempre igual.
Repito-os, sem sentido, sem motivo de saber o que é o que.
Só sofre o controlado.
Mais preso do que nunca a aquilo que nos da..
a miséria e a benevolência de viver.
Nada nos pode ser nosso, tudo é do nada. Do nada e para o nada, que sentido tem isso?.
Presos , às mentiras de Vida.
Quem realmente vive? O que é o viver?
Acreditar é viver? Não..., não.
Viver não é nada.
A prisão é o puro estar vivo, o puro respiro dos dias no mundo.
Liberdade é saber o dilema de ser o não ser.
PS: Não se torne mais triste por causa disso, é a vida. Temos que passar no vestibular ;D e começar a produzir mais nadas :D:D:D
28 de fevereiro de 2011
Navalha Infernal
Como se fosse Um de todos, o país descumpre a cidadania. Quando se submete à força bruta e deixa-a sobrepor-se à educação e ao trabalho.
Todos que temos que esperar uma liberação, imposta, perdemos oportunidades de crescer e viver como cidadãos livres. Aonde está o direito de todos? Não me dão escolha quando me mandam cumprir com o meu dever de HOMEM.
Cansei de baboseiras, País de Fidalgos e de Milícias. Cortam nossas vidas de nós como uma navalha infernal.
22 de fevereiro de 2011
Be you, live!
I woke up at the night, soon the sun will shine,
I think that it's the most amazing thing that must happens with me.
Shut up! Call off! Go out! Get out”
I throw myself onto the bed at morning, and I feel that it's the best thing that can happens with me.
Call on! Go in! Lets Go” - Behave like a alive human!
16 de fevereiro de 2011
Novo
Então era novo, nova vida, novos amigos. Mas eu? Será que eu era novo? Bem, acho que não ninguém muda assim, mas mudamos no meio caminho. Mas aí já não é mais o novo, não é verdade?.
Era uma tarde todos tinham passado em vários lugares, universidade, tá?!, pois bem, tinham passado e agora tinham uma nova vida a ser encarada. Todos tinham que se matricular, que levar o trote e essas coisas de Bichos e Bichetes, mas eu tinha medo, muito medo, medo do de sempre, do novo.
É, é verdade e todos o têm só não percebem que isso não é particular e sabem também que o novo não passa de um ciclo retardado de tão bom.
Todas as vezes que ele aparecia eu acabava acabado, ele destruía muitas coisas que eu achava prudente e me dizia, sempre, que o mundo é muito maior. E essa expectativa de mundo maior era, na verdade, o meu maior medo.
Bem ele veio, o novo. Chegou acomodou-se e agora faz parte presente de minha vida. É claro que traz o medo, mas com ele eu cresço, e bastante viu!
Ouvi uma vez dizerem que o novo é constante, eu não penso assim, se fosse constante eu não daria tanta risada com os amigos do ensino médio, pois nem saberia quem eles eram direto.
E o nada? acompanha o novo, ele é sorrateiro e não sai de jeito maneira até você conseguir fazer um velho amigo. Vou explicar melhor, quando você está em um ambiente novo você tem dois tipos de comportamento, o maluco que-não-cala-a-boca ou o maluco que é quieto, tô mentindo?! Não. Então pra conversar com pessoas novas ou você trava, haha, ou você se desembesta a falar, e acaba assustando um pouquinho. A conversa sempre é vazia, nunca é alguma coisa significativa é esse nada.
Mas na verdade os dois vão sumir, não é? Os dois vão ficar velhos e você finalmente vai ficar calmo e você finalmente vai ficar acostumado, em sua bolha de sabão, esperando que algo de novo venha e a estoure e comece o ciclo do novo de novo.
PS: Eu nunca perco meus medos sobre o novo. Sempre fico quieto “;D”
8 de fevereiro de 2011
A luta não acabou
Caminhos que foram decididos e foram mudados, através de um tapa. Um tapa dolorido da primeira chamada.
Isso cansa, isso machuca, mas não podemos perder nossas esperanças...
A vida dói, o cair dói. Mas Somos Fortes.
Temos que nos manter calmos e espertos por que ainda temos a segunda.
Meu maior abraço a todos que não passaram. Acalmem-se ainda tem a segunda! E caso não, há mais um ano de batalha.
PS: Estou aqui como amigo!
13 de janeiro de 2011
Águas de Março ( nesse caso de Janeiro )
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o MatitaPereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
Caingá, candeia, é o MatitaPereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
pau, pedra, fim, caminho
resto, toco, pouco, sozinho
caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol
É a promessa de vida no teu coração
pau, pedra, fim, caminho
resto, toco, pouco, sozinho
caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração.
TOM JOBIM
É a promessa de vida no teu coração.
TOM JOBIM
8 de janeiro de 2011
Na Casa!
Cansava os dias de reclamações! Irritava.
Foi para outra moradia. Dizia:
- "Daqui não gosto por que me é sem gosto!"
Continuava a saga da morada inacabada............
PS: Ai, ai que ninguém se contenta com o que tem!
5 de janeiro de 2011
Senhora
Viveu tantos anos de gracejos, desfrutou tantas alegrias carnavalescas.
Amou e foi amada.
Agora morre mal-amada,
em fundo de casa abandonada. Coitada.
Senhora, que outrora mostrou-me a alegria. Dava à vida. Sorria.
Sofre o sopro da morte, sem sorte.
Adeus senhora, que não lembra mais o que é viver a vida ou qualquer outra coisa.
imagem retirada de MaldeAlzheimer-blog
PS: Adeus Tia Rô (Rosária), sentirei sua falta e de suas aventuras. O Alzheimer te consumiu mas na minha lembrança você sempre será aquela louca engraçada.
4 de janeiro de 2011
Carta à presidente
Imagem retirado de Estação Fraterna Francisco de Assis
Minha estimada figura representadora de todos os brasileiros. Venho dizer-te que fiquei muito contento em saber que tu és a primeira presidente, presidenta.
Não sou bom com as palavras, mas quero te dizer que não espero do teu governo menos do que fora prometido em tua campanha. Saúde, Educação e Trabalho.
Agora que nosso antigo titulado deixou a ti o seu cargo, espero que exerça-o com a dignidade e firmeza que esperamos de um presidente da república, sem contar, é claro, com a transparência e a paz.
Não tenha medo de enfrentar o que for preciso para acabar com a desigualdade, apoio-te e confio-te a minha honra, pronto a praticar -- do seu devido modo -- a minha nacionalidade.
Não sou esquecido, não sou tolo e nem mesquinho. Pedir o impossível não te peço, peço apenas o que convém ao nosso povo, que há de entender-te.
Por fim desejo-te.. Que comandes o Nosso-Bem-Amado como uma Mulher.
Assinado. O País - Brasil
Recomeçar
Novo dia de um novo ano que começou;
nesses novos dias, com alegrias, será o dono do meu futuro o meu querer.
Todos os meus sonhos serão verdade, nesse futuro que começou.
Hoje a festa é só minha e de mais ninguém.
Hoje a vida é minha e só minha.
Hoje o mundo é meu.
Todos os meu desejos serão verdades, nesse ano que começou...
Feliz 2011 Guilherme!











