27 de julho de 2011
Eu morreria pelo amor
Você me ama?
Sim, eu te amo.
O que agente faz agora?
Agente espera.
Espera o quê?
Só espera.
O mundo nasceu para mim no dia em que soube que na espera, encontramos o sentido, encontramos a fagulha da dignidade, última esperança de um ateu. O amor.
Bate coração, bate em meu peito. Desce até o estômago e fere do seu jeito. Entra na minha vida e pinta de esperança. Mata-me de angústia, de ternura, de acalento.
PS: A arte está no movimento, na obra em processo, está em nossa eterna espera de amar
PPS: C’est brotou depois de uma discussão plus um filme, o nome desse filme é Incuráveis. Não levou boas críticas, mas me instigou de uma maneira única, recomendo.
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