14 de setembro de 2010

Porão d'alma e Janela pra vida

Maciço, denso, duro, frio.
 Em teu coração não bate sequer, um suspiro de fluído.
    Tão seca é tua veia que em pó verte o teu sangue.
Podre, turvo, sujo.
 Putrefacta é tua cabeça de onde sai teus pensamentos.
   Ideias vis, de tão baixo grau, que distorcem nossa realidade.
                          [Pobre do homem, vive a mercê da vida, por aquelas impostas
ideias].

6 comments:

Giovanni disse...

Parabens ta muito bom e profundo XDD

guilhermeea disse...

:P Brigado

bcv disse...

Muuuito bom MESMO!
me lembrou um pouco Edgar Alan Poe ^^
sucesso aí ^^

se puder uma hora dar uma lida XDD
http://bibissvieira.blogspot.com/2010/07/roxao.html

Camila Chiquetto disse...

"Tão seca é tua veia que em pó verte o teu sangue". Gostei do poema! A la byronistas.

Beijo!

guilhermeea disse...

Brigado mesmo pessoal!

Bruna lemes disse...

Caralho *-* Morri *-*

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