27 de novembro de 2010
Lua e Mar
A lua me ilumina com seu prata.
Ternura de mãe e toque de graça.
O mar é meu acalento, mas esconde meus segredos;
Profundos.
Não preciso do mar quando estou com a lua,
Não preciso da Lua quando estou com o mar,
Simplesmente, quero deixar de estar com dois.
Mar e Lua são sem vidas quando crus.
E vivem só quando eu permito.
Castigo, que carrego quando penso em Lua e mar.
Amar, desejar, desfrutar e machucar.
PS: este poema ficou totalmente diferente de quando eu o idealize, escrevi-o, agora, em casa. Quando o escrevi pela primeira vez estava sobre o luar e indo para a Aparecia e havia acabado de ler uma resenha sobre a obra de Vinícius de Moraes.
PPS: Ainda continua com sua simbologia (De Vinícius)
Labels:
Poesia
3 comments:
Adorei o seu texto!!! Muito bem escrito e um tema lindíssimo!!! Parabéns pelo blog. Abraço.
que lindo, orgulho de você!
PS:idealizar, depois escrever e perceber que não era bem aquilo no começo... É comum, são poemas gêmeos: o que você criou escrevendo e o que nasceu no seu coração vivendo!
PPS: lua e mar *-* vinicius *-*
Fico muito feliz com seus comentários Fil. Eles valem muito porque sei quanto escritor você é :D
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